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3 de jan. de 2011

No Brasil: Funk Ontem X Funk Hoje


Eu sempre gostei de dançar. Desde a infância mexer o corpo foi comigo mesmo!
Daí comecei a conhecer o funk, na segunda parte da década de 90, quando meu irmão tinha um daqueles discos de vinil com “Banho de Espuma”, “Rap do Silva” - que era funk, “Dança do cachorro”, “Dança da cabeça”, “Dança do Gorila” (e tantas danças sem sentido). O Funk tinha besteira, tinha assunto sério... letra sobre um monte de coisa, até namoro, e não explicitava o sexo como os funks de hoje.
Dá uma conferida neste:
Se você for muito jovem vai se entediar
com a grande diversão do passado:



Hoje o funk é depravado! Aí inventam as versões proibidas e as não-proibidas!
Aff aff aff... Calar na hora de falar “CU” e “BUCETA” com certeza não vai tirar a perversão da música.
São raros os não-depravados. Não tem muito funk como “Dona Gigi” e “Se ela eu dança, eu danço” por aí! A batida é massa e a letra dessas músicas não é devassa. Nem todo funk é imoral, mas por causa da maioria, a minoria perde a moral que tinha antes.
Claudinho e Buchecha era só zoeira da moçada.
O Funk era diferente. O Flamenguista só queria ser feliz e andar tranqüilamente na favela onde nasceu!
O sexo não adianta só praticar?
Tem que cantar meeeessssmo?
Deixa pra falar sacanagem só pro seu parceiro ou parceira.
Sexo é intimidade. E intimidade refere-se à parte da vida privada, que não precisa ser exposta pra todos. 

                     Flws.
                        Graça e Paz!
                                                       Cristhy.